A Cor – Proposta de Trabalho 03 (parte 02)
Outra solução…


A Cor – Proposta de Trabalho 03 (parte 01)
Aqui fica a primeira manipulação que fiz para a terceira proposta de trabalho, tendo-se tratado de uma operação simples mas cujo resultado me parece ir perfeitamente ao encontro do esperado.


Pesquisa Tipografia – Alex Trochut
Eis algumas criações daquele que actualmente é o meu artista favorito no que toca a trabalhos em torno da tipografia. Guardo as palavras de declarada admiração para a memória descritiva… Mais, não necessáriamente do mesmo, no site oficial do criativo: aqui! Entre outros, Alex Trochut conta com inúmeros trabalhos gráficos executados para clientes como Adidas, The New York Times, The Economist, Coca-Cola, The Guardian, Johnnie Walker, Sixpack, Esquire Mag UK, Nike, Ecko Enterprises, Converse, etc. Uma demorada visita ao endereço acima referido valerá certamente a pena para descobrir o percurso biográfico de Alex.








Recursos: Lista de Blogues
Também a propósito da disciplina de Design e Comunicação Visual, surgiu-me a ideia de compilar aqui alguns dos mais reconhecidos serviços de blogging disponiveis. Como se diz, cada qual é como cada qual, portanto cada um deles poderá ser a oferta mais ou menos ideal para executar o que se tem em mente.
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*Composition with Red, Yellow and Blue (1921) vs 2.0
Piet Mondrian beneficia na minha consideração de um pequeno trono desde alguns anos, dias em que estudava as Artes Gráficas na Cooperativa Árvore e lidava com as mais diversas fontes de influências pela primeira vez. Entre qualquer um, daqueles que se compreendem de toda a arte moderna e contemporânea caracteristicamente abstracta, é Piet Mondrian quem eu apelido o magno produtor de um absurdo abstracional.
O confronto com o trabalho tardio de Mondrian é sempre mais do que uma experiência comunicativa e formativa, tornando-se uma eterna análise que se perpetuará. É quase um acto de tortura involuntário, sendo que obras como Composition with Red, Yellow and Blue, objecto desta análise, são produções potencializadas a carrascos que nos aprisionam a uma rígida tensão estética, entre uma oscilante ilusão de óptica e a ditadura das formas simples e das cores básicas que a arquitectam. É uma labiríntica composição de formas e cores sem figura onde o universo pode ser sugerido a qualquer um, ou é apenas o que é, na mais simples racionalidade possível?
Rudolf Arnheim garante-nos a veracidade de ambas as hipóteses, quando refere, em Arte e Percepção, que Piet Mondrian reduziu a sua concepção do mundo “à relação dinâmica entre a vertical como a dimensão de aspiração e a horizontal como base estável”. Ou seja, Mondrian fez das formas muito mais do que apenas expressão. O ponto, a linha, a forma, a direção, o tom, a cor, a textura, a dimensão, a escala e o movimento traduzem no seu trabalho a sua visão do mundo, ou seja, o mundo na sua óptica. E, como nos diz Dondis em Elementos Básicos da Comunicação Visual, são estes elementos que, por poucos que sejam, constituem a matéria prima de toda a informação visual, no que toca a opções e combinações selectivas, e continua, informando-nos que “a estrutura da obra visual é a força que determina quais elementos visuais estão presentes, e com qual ênfase essa presença ocorre”. Este pensamento é uma das ferramentas essenciais para se abordar o trabalho de Mondrian.
Podemos observar rectas e segmentos de recta horizontais e verticais, dispostos como se de uma grelha se tratassem e essencialmente monocromáticas, contrastantes com o fundo em duas relações distintas entre o preto e o branco. O suporte é dividido em quatro distintas dimensões de semelhança, aspecto primário para que a minha análise pessoal se torne uma curta-longa viagem: a estrutura da obra é tanto a grelha que nasce dessas linhas rectas como apenas a cor que não preenche espaços, delimitando-os, sugerindo-os, sendo que cada espaço detém determinado peso visual, distinto dos demais, quando preenchido com uma cor primária (azul, vermelho, amarelo). Isto, este poder que a imagem observada transmite, é um absurdo de comunicação, tanto explosiva como contida, tanto directa como paradoxalmente hermética. Encontra-se na exactidão geométrica com que cada corpo foi expresso mais do que o rígido e superficial: cada elemento justifica um outro, e cada elemento isolado é, em si, o conjunto. Na verdade, as linhas ortogonais existem numa estrita relação com os limites da obra, e detona-se nela a ausência de linhas diagonais, o que anula qualquer noção de profundidade. Mondrian revelou-se pleno enquanto artista do neoplástico, rompendo, através das obras deste período, os laços com o cubismo “conservador” e aproximando-se do ideário Bauhaus. Na sua anterior relação com Van Doesburg, com quem rompera por não aceitar o uso de diagonais, definiram o cubo , o quadrado e o ângulo recto como símbolos da natureza.
Para terminar a minha análise, não encontro melhores palavras que as de Giulio Carlo Argan na sua Arte Moderna: “toda a pintura de Mondrian, com efeito, consiste em operações sobre noções comuns. Isto é, sobre os elementos da linha, do plano, das cores fundamentais.
HOW-TO: Inserir vídeos do YouTube no WordPress
Esta é uma dica simples, mas que pode ser de franca utilidade e constituir actualmente uma dúvida para alguns dos meus colegas, já que hoje me questionaram acerca disso.
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Exercício 01 DCV – Solução 01 (vs 1)
Aqui está a primeira solução que me agrada para o Exercício 01. Agora vou-me dedicar um pouco mais ao Exercício 02, mas este poderá ainda “sofrer” algumas alterações.


Freeware útil
Para quem opta por não usar versões piratas de software gráfico e não tem verbas para adquirir cópias legais, eis algum freeware capaz de servir o vosso objectivo.
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Recursos: Kinetic Typography / Motion Graphics
Para quem, como eu, ficou interessado em descobrir um pouco mais acerca da Tipografia Kinética, aqui ficam alguns links que poderão servir tanto como base formativa como mera inspiração…
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Exercício 01 – Processo (Parte 2)
Eis outras soluções mais simples quanto ao exercício 01, que entretanto abandonei.
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