Exercício 01 DCV – Solução 01 (vs 1)
Aqui está a primeira solução que me agrada para o Exercício 01. Agora vou-me dedicar um pouco mais ao Exercício 02, mas este poderá ainda “sofrer” algumas alterações.


Freeware útil
Para quem opta por não usar versões piratas de software gráfico e não tem verbas para adquirir cópias legais, eis algum freeware capaz de servir o vosso objectivo.
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Recursos: Kinetic Typography / Motion Graphics
Para quem, como eu, ficou interessado em descobrir um pouco mais acerca da Tipografia Kinética, aqui ficam alguns links que poderão servir tanto como base formativa como mera inspiração…
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***edIT – “Twenty Minutes”
Esta é a faixa que escolhi como mote do exercício 01. A imagem é a capa do respectivo albúm de Edit, Crying Over Pros For No Reason. Claro está, trata-se de um “eDiT” e não do original na íntegra. Citando Pete Tong, “put your hands together, and enjoy…”
Exercício 01 – Processo (Parte 2)
Eis outras soluções mais simples quanto ao exercício 01, que entretanto abandonei.
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Exercício 01 – Processo (parte 1)
Aqui ficam, como referência para o trabalho final, algumas das soluções que fui desenvolvendo e explorando durante o processo de execução do Exercício 01. Note-se que muitas das soluções ficaram por terminar por ter considerado não espelharem o que tenciono!
Exercício 01 – Pesquisa
Aqui ficam algumas fotografias que captei como pesquisa para o Exercício 01 de Design e Comunicação Visual. Peço desculpa pela “low-res” e por não estarem compiladas num único slideshow, mas este fim de semana o tempo não é muito para que pudesse tratá-las no Photoshop. Espero que sejam de alguma forma utéis.
*Composition with Red, Yellow and Blue (1921) vs 1.0

Piet Mondrian beneficia na minha consideração de um pequeno trono desde alguns anos, dias em que estudava as Artes Gráficas na Cooperativa Árvore e lidava com as mais diversas fontes de influências pela primeira vez. Entre qualquer um, daqueles que se compreendem de toda a arte moderna e contemporânea caracteristicamente abstracta, é Piet Mondrian quem eu apelido o magno produtor de um absurdo abstracional.
O confronto com o trabalho tardio de Mondrian é sempre mais do que uma experiência comunicativa e formativa, tornando-se uma eterna análise que se perpetuará. É quase um acto de tortura involuntário, sendo que obras como Composition with Red, Yellow and Blue, objecto desta análise, são produções potencializadas a carrascos que nos aprisionam a uma rígida tensão estética, entre uma oscilante ilusão de óptica e a ditadura das formas simples e das cores básicas que a arquitectam. É uma labiríntica composição de formas e cores sem figura onde o universo pode ser sugerido a qualquer um, ou é apenas o que é, na mais simples racionalidade possível?
Podemos observar rectas e segmentos de recta horizontais e verticais, dispostos como se de uma grelha se tratassem e essencialmente monocromáticas, contrastantes com o fundo em duas relações distintas entre o preto e o branco. O suporte é dividido em quatro distintas dimensões de semelhança, aspecto primário para que a minha análise pessoal se torne uma curta-longa viagem: a estrutura da obra é tanto a grelha que nasce dessas linhas rectas como apenas a cor que não preenche espaços, delimitando-os, sugerindo-os. Isto, este poder que a imagem observada transmite, é um absurdo de comunicação, tanto explosiva como contida, tanto directa como paradoxalmente hermética. Encontra-se na exactidão geométrica com que cada corpo foi expresso mais do que o rígido e superficial: cada elemento justifica um outro, e cada elemento isolado é, em si, o conjunto.
Para terminar a minha análise, não encontro melhores palavras que as de Giulio Carlo Argan na sua Arte Moderna: “toda a pintura de Mondrian, com efeito, consiste em operações sobre noções comuns. Isto é, sobre os elementos da linha, do plano, das cores fundamentais.”
Links de interesse: Piet Mondrian | Artcyclopedia | Mondrian Trust
***Webpresence
Olá,
bem-vindos ao JAVIERSEDCV, a plataforma onde publicarei os exercicios realizados para a disciplina de Design e Comunicação Visual, no âmbito da minha formação em Ciências da Comunicação – Vertente Multimédia, na Universidade do Porto. (mais…)
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